miércoles, 6 de mayo de 2009
Cidade de Deus
O filme começa na década de 1960, quando os protagonistas Zé Pequeno, então apelidado "Dadinho", e Bené são pequenos deliqüentes na recém-fundada comunidade de Cidade de Deus, construída pelo governo do Estado da Guanabara, como parte da política de remoção de favelas.
Na década de 1970, os antigos amigos assumem o comando do tráfico de drogas na comunidade, que agora está ainda mais empobrecida e violenta. Os dois estabelecem prioridades bastante diferentes em suas vidas. O conflito entre o bando de Zé Pequeno contra o único foco de resistência ao seu controle total da Cidade de Deus, a área controlada pelo bando de Sandro "Cenoura", acirra-se quando morre Bené, que protegia "Cenoura" devido à antiga amizade entre os dois, e deixa o caminho livre para que Zé Pequeno desencadeie uma verdadeira guerra pela hegemonia do comando do crime no local.
Todo o drama é contado a partir do ponto de vista de Buscapé, um garoto pobre da comunidade que sonha em ser repórter fotográfico e resiste à tentação de entregar-se ao aparentemente mais fácil caminho da criminalidade.
Na década de 1970, os antigos amigos assumem o comando do tráfico de drogas na comunidade, que agora está ainda mais empobrecida e violenta. Os dois estabelecem prioridades bastante diferentes em suas vidas. O conflito entre o bando de Zé Pequeno contra o único foco de resistência ao seu controle total da Cidade de Deus, a área controlada pelo bando de Sandro "Cenoura", acirra-se quando morre Bené, que protegia "Cenoura" devido à antiga amizade entre os dois, e deixa o caminho livre para que Zé Pequeno desencadeie uma verdadeira guerra pela hegemonia do comando do crime no local.
Todo o drama é contado a partir do ponto de vista de Buscapé, um garoto pobre da comunidade que sonha em ser repórter fotográfico e resiste à tentação de entregar-se ao aparentemente mais fácil caminho da criminalidade.
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Tropa de Elite
Tropa de Elite é um filme brasileiro de 2007, dirigido por José Padilha, que tem como tema o Batalhão de Operações Policiais Especiais (BOPE) da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro.
Foi objeto de grande repercussão antes mesmo de seu lançamento, por ter sido o primeiro filme brasileiro a, meses antes de chegar aos cinemas, vazar para o mercado pirata e a internet. Um dos protagonistas do filme, o ator Caio Junqueira, chegou a declarar que, por mais que achasse a pirataria algo negativo, sabia que havia sido "por causa dela que o trabalho atingiu o público da televisão". Uma pesquisa feita pelo Ibope chegou a estimar que mais de 11 milhões de brasileiros teriam visto o filme de forma ilegal - isso, entretanto, não impediu o filme de ter sido bem-sucedido nas bilheterias, tendo estreado em primeiro lugare obtido uma das maiores médias por sala no ano, com mais de 1000 espectadores por sala na primeira semana, mesmo com um lançamento restrito aos estados de Rio de Janeiro e São Paulo.
Ao criticar os usuários de substâncias ilícitas, atribuindo-lhes a culpa pela expansão do tráfico de drogas e da violência urbana, o filme gerou grande debate na mídia brasileira. As práticas de tortura por parte dos policiais também foram abordadas, gerando questionamentos quanto a uma suposta transformação de tais personagens em heróis em virtude de suas atitudes frente aos criminosos ou à população pobre e aos moradores de favelas[6]. Esse posicionamento, no entanto, é contestado pelo diretor José Padilha
O filme recebeu o prêmio Urso de Ouro de melhor filme no Festival de Berlim 2008
Foi objeto de grande repercussão antes mesmo de seu lançamento, por ter sido o primeiro filme brasileiro a, meses antes de chegar aos cinemas, vazar para o mercado pirata e a internet. Um dos protagonistas do filme, o ator Caio Junqueira, chegou a declarar que, por mais que achasse a pirataria algo negativo, sabia que havia sido "por causa dela que o trabalho atingiu o público da televisão". Uma pesquisa feita pelo Ibope chegou a estimar que mais de 11 milhões de brasileiros teriam visto o filme de forma ilegal - isso, entretanto, não impediu o filme de ter sido bem-sucedido nas bilheterias, tendo estreado em primeiro lugare obtido uma das maiores médias por sala no ano, com mais de 1000 espectadores por sala na primeira semana, mesmo com um lançamento restrito aos estados de Rio de Janeiro e São Paulo.
Ao criticar os usuários de substâncias ilícitas, atribuindo-lhes a culpa pela expansão do tráfico de drogas e da violência urbana, o filme gerou grande debate na mídia brasileira. As práticas de tortura por parte dos policiais também foram abordadas, gerando questionamentos quanto a uma suposta transformação de tais personagens em heróis em virtude de suas atitudes frente aos criminosos ou à população pobre e aos moradores de favelas[6]. Esse posicionamento, no entanto, é contestado pelo diretor José Padilha
O filme recebeu o prêmio Urso de Ouro de melhor filme no Festival de Berlim 2008
Parte 1:
Parte 4:
Estação Central
Filme dirigido por Walter Salles em 1998, com Fernanda Montenegro e Vinicius de Oliveira no elenco. O filme emocionou plateias do mundo inteiro e arrebatou diversos prêmios internacionais, sendo indicado ao oscar de melhor filme estrangeiro e de melhor atriz para Fernanda Montenegro. A trilha sonora de Antônio Pinto & Jaques Morelenbaum, recria composições de grandes mestres da música brasileira como Capiba & Cartola, além de traçar um retrato mágico e comovente do sertão nordestino, em contraste com o dia à dia dos grandes centros urbanos.
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Trecho de Estação Central
Da vontade de chorar mesmo...
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Emblemas políticos do governo de JK
Trecho do documentário de Francisco César Filho que retrata aquela época em que o desenvolvimento, planejamento e racionalidade foram os emblemas políticos do governo Juscelino Kubitschek. O período no Brasil foi, também, de grande efervescência cultural. Faz parte da série Panorama Histórico Brasileiro que é composta de 14 curtas-metragens e faz uma síntese de períodos da história do Brasil.
Brasília: Contrastes entre Plano Piloto e Cidades-Satélites
A partir de dois traços, em forma de cruz, no branco do papel, iniciou-se o esboço de um projeto urbanístico que entrou para a história. O desenho de um avião, em seguida, foi o ponto de partida para a planta da cidade. Após a sua construção, a cabine do piloto dessa aeronave, passou a abrigar os poderes que comandam o país. Em 1987, ela se tornou a primeira cidade moderna do mundo a ser tombada pela Unesco como Patrimônio Histórico da Humanidade.Tanto o projeto urbanístico de Lúcio Costa quanto a moderna arquitetura dos edifícios desenhados por Oscar Niemeyer conferem a Brasília características que não encontram paralelo em qualquer outra cidade do mundo. De automóvel, é possível atravessar toda a sua extensão, a partir da entrada Sul até o final da Asa Norte, sem pegar um único sinal de trânsito sequer. De cada ponto desse trajeto totalmente arborizado, vê-se a linha do horizonte: a cidade é plana e os edifícios residenciais têm, no máximo, seis andares. Além disso, o ar de Brasília é puro, pois não há indústrias pesadas ao seu redor.Mas essa qualidade de vida, desfrutada por quem habita o Plano Piloto, tem um custo alto para a maioria da população, que mora nas periferias. Enquanto a cidade possui cerca de um automóvel para cada duas pessoas (maior índice do país), o seu transporte coletivo leva pouco mais do que um passageiro por quilômetro percorrido de linhas de ônibus, número que chega a ser quatro vezes menor do que o de cidades de mesmo porte. Esse baixo índice, que torna a tarifa de ônibus em Brasília uma das mais caras do país, se deve à grande distância entre as cidades-satélites, onde vive cerca de 90% da população do Distrito Federal, e o Plano Piloto, que concentra 77% dos postos de empregos do DF, segundo levantamento feito pelo Ministério do Trabalho, em 1999.Esses dados fazem parte de um estudo feito por pesquisadores da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de Brasília (UnB), sobre a ocupação territorial do DF. O estudo mostra que o processo de periferização, que em outras grandes cidades se deu por pressões do mercado imobiliário, no DF foi instituído pelo próprio governo. "O processo de implantação dos núcleos urbanos foi extremamente segregacionista desde a sua origem", afirma Frederico de Holanda, um dos responsáveis pela pesquisa.O estudo revelou que, segundo estatísticas da Companhia de Desenvolvimento do Planalto Central (Codeplan), desde a construção da capital, a população do DF é maior nas cidades-satélites do que no Plano Piloto. Milhares de migrantes que foram para a região trabalhar na construção da capital, se alojaram, na época, nas imediações da Cidade Livre, atual Núcleo Bandeirante. Em 1958, uma parte dos operários foi convencida por assistentes sociais a se mudar para os loteamentos da primeira cidade-satélite que surgia: Taguatinga, a 20 Km do Plano Piloto. Pouco mais de uma década depois, com a Campanha de Erradicação de Invasões (CEI) criada pela administração de Brasília, surgia ao lado de Taguatinga aquela que seria a maior cidade-satélite do DF: Ceilândia. "A remoção dos moradores de várias favelas deu origem a essa cidade", conta Holanda. No censo de 1980, Ceilândia já possuía uma população maior que a do Plano Piloto."A configuração urbana do DF caracterizou-se como um modelo de ocupação muito menos compacto, muito menos denso", afirma Patrícia Melasso Garcia, outra pesquisadora da UnB envolvida no estudo. "As cidades criadas pelo poder público localizavam-se distantes do centro", ela diz. Os pesquisadores da UnB mencionam o documento Brasília Revisitada, escrito por Lúcio Costa em 1987, no qual o próprio urbanista, que projetou uma área de expansão na cidade-satélite do Guará, entre Taguatinga e o Plano Piloto, reconhece as consequências sociais da concentração populacional nas cidades-satélites. "A longa distância entre as satélites e o Plano Piloto isolou dois terços de sua população metropolitana que reside nos núcleos periféricos, além de gerar problemas de custo para o transporte coletivo", admite Lúcio Costa em seu texto.MisticismoCom pirâmides que lembram a antiguidade egípcia, como o Teatro Nacional e o Templo da Boa Vontade, Brasília é cercada por misticismo desde a sua criação. Às margens do lago Paranoá, construído artificialmente para amenizar a baixa umidade da capital, há a inscrição de uma profecia atribuída a Dom Bosco, padre italiano fundador da Ordem dos Salesianos, em 1859. Na Ermida que leva o seu nome, o texto da profecia de Dom Bosco diz que "entre os paralelos de 15º e 20º, partindo de um ponto onde se formava um lago, surgirá a terra prometida". Brasília, situada nas proximidades do paralelo de 15º, é tida pelos místicos da cidade como a "terra prometida", vislumbrada por Dom Bosco.
Entrevista a Anita Leocádia Prestes (filha de Prestes)
Anita Leocádia Prestes nasceu numa prisão da Gestapo em Berlim. Sua mãe, a judia Olga Benário Prestes, foi deportada grávida para a Alemanha nazista pelo governo de Getúlio Vargas. Nessa época, seu pai, o líder comunista Luiz Carlos Prestes, estava preso numa solitária no Brasil. A avó de Anita iniciou um movimento internacional pela libertação dos dois. Anita foi devolvida à avó em 1938. Sua mãe Olga morreu num campo de concentração e seu pai, só o veria aos 9 anos de idade. Anita cresceu, estudou e se formou. Tem cinco livros publicados.Doutora em História pela Universidade Federal Fluminense, título concedido em janeiro de 1990, Anita Prestes é atualmente professora de História do Brasil na UFRJ.Nessa entrevista, ela analisa a vida de seu pai, personagem que marcou a história do País.
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O Velho
Este filme resgata a trajetória do líder comunista, um dos personagens mais emblemáticos da história do Brasil no século XX.Depoimentos da família de Prestes, de políticos, historiadores, escritores, jornalistas, amigos e de ex-membros do Comitê Central do PCB, além de exaustiva pesquisa de filmes de época, inclusive com imagens raríssimas de Luiz Carlos Prestes, compõem o documentário.
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JK video
JK é uma minissérie brasileira de televisão exibida pela Rede Globo de 3 de Janeiro a 24 de Março de 2006, com 47 capítulos. É baseada na biografia do ex-presidente do Brasil Juscelino Kubitschek. A minissérie foi escrita pela dramaturga Maria Adelaide Amaral, conhecida por se envolver em produções do gênero, e por Alcides Nogueira, além de Geraldo Carneiro, com a colaboração de Letícia Mey e Rodrigo Arantes do Amaral.
Bienvenida
Sejam Bem- vindos Professores e alunos!!!!
Bienvenidos Profes y alumnos!!!!

Estratégias de trabalho com TICs na sala de aula
Estrategias de trabajo con TIC en el aula
Título do Projeto: Brasil, aspectos históricos e sócio-culturais: vamos conhecer o que opinam todos.
Título do Projeto: Brasil, aspectos históricos e sócio-culturais: vamos conhecer o que opinam todos.
Título del Proyecto: Brasil, aspectos históricos y socio culturales: conozcamos la opinión de todos.
Destinado a alunos com conhecimentos de português.
Destinatarios: alumnos con conocimientos previos de portugués.
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